Feedback, Follow-up e Coffee-break.

Feedback, Follow-up e Coffee-break.

Hoje em dia deparamos com inúmeras abreviações de palavras escritas nas redes sociais e nos aplicativos para conversas. A geração "why" está de fato quebrando alguns paradigmas.

Tem uma blogueira chamada Lu Oliveira que descreve bem isso, no artigo de 2012, chamado de “Geração do “kkkkk””
http://blogs.odiario.com/luoliveira/2012/02/26/geracao-do-kkkkkkkk

Esta introdução é apenas para evidenciar a mudança que presenciamos no comportamento destas pessoas e, principalmente, de termos clássicos dos mundo corporativo. Sim, eles também podem ser abreviados.

Follow-up para "fup", é um exemplo.
Honestamente, escrevendo este texto, não sei como seriam as abreviações de feedback e coffee-break. Alguém me ajuda?

Os termos corporativos estão no nosso dia-a-dia, nas nossas conversas, nos nossos eventos, nos nossos e-mails e nas nossas avaliações. Atuando em novos negócios, constantemente lido com clientes, prospects e não esqueço nunca de lidar com meus colegas de trabalho.

Bom, pode ser muito óbvio para muitos que lerão esta publicação sobre estes termos, mas não subestimarei o possível desconhecimento dos leitores quanto à aplicação dos mesmos. Não à toa, temos uma série deles: http://www.agecefsp.org.br/dicionarios.asp

Vamos lá?

 Feedback

Imagine que a cada projeto que se encerra você tem a oportunidade de uma nova agenda com seu cliente para que ele lhe dê um feedback? Seria fantástico. Muitos elogios estariam por vir e, fatalmente, pontos de melhoria também. Ruim? Pelo contrário, seria ótimo.

Quando pensamos em ter um relacionamento de longo prazo com nossos clientes, cada vez mais deveremos estar abertos à críticas. Se temos uma recorrência de projetos e o cliente começa a perceber uma evolução, maiores são as chances de perpetuarmos como um parceiro de confiança [trust advisor]. Há uma série de metodologias para que isso aconteça. Na Ernst&Young, onde trabalhei, tinha a ASQ [Assessment of Service Quality].

Na maioria dos casos o presidente da EY me acompanhava para que pudéssemos ouvir nossos clientes e a nossa lição de casa era compartilhar os principais pontos com o time responsável pelo projeto. Muito bem visto pelos clientes. Muito efetivo para a empresa. 

Olhando para dentro da corporação, os feedbacks podem ser dados de uma maneira mais informal ou formal. Alguns gestores definem uma periodicidade para sentar com seus subordinados e realizarem uma avaliação de desempenho e diversos critérios são estabelecidos para sinalizar e pontuar pontos críticos de melhorias que darão, na sequência, argumentos para uma eventual promoção ou, em alguns casos, motivos para o desligamento.  

O ideal mesmo é ter o que chamamos de portas abertas, onde temos a liberdade de entrar na sala do chefe e discutir sobre quaisquer temas. É poder convida-lo para um almoço ou um café no meio da tarde. Enfim, independente da formalidade ou não do feedback, importante é tê-lo sempre. Precisamos ter clareza de que estamos realizando nosso trabalho e atendendo a expectativa da empresa. 

Vejam neste link as principais etapas, como fazer e o porquê:

http://epocanegocios.globo.com/Inspiracao/Carreira/noticia/2012/06/7-passos-para-um-bom-feedback.html

Follow-up

Para os clientes, sempre temos que nos atentar aos cronogramas das entregas e principalmente nas suas avaliações. Sem elas, não temos como ir adiante no projeto. 

Normalmente estabelecemos pontos-focais, ou seja, um interlocutor que nos ajuda na organização dos encontros, onde apresentamos as fases do trabalho.

Lidamos com um grupo de trabalho do cliente que diferem suas opiniões e muitas vezes temos que gerir de uma forma muito assertiva para não termos atrasos e cumprirmos a expectativa dos prazos combinados.

Internamente, lidamos diariamente com nossos colegas do escritório. Sejam eles do financeiro, de projetos ou da área comercial. Sempre dependemos um dos outros. As áreas se relacionam e são dependentes umas das outras. 

Cada um de nós temos um prazo a cumprir com um report, com uma proposta a ser apresentada, ou para uma NF que deve ser emitida para recebermos de nossos clientes. Via de regra, em grandes estruturas, há um outro termo chamado SLA [Service Level Agreement] onde se estabelece um prazo máximo para cada fase de um processo. O ideal é que sejam acompanhados e cumpridos.  

Coffee-break

Surpreendi-me quando não encontrei este termo no dicionário que acima compartilhei. Não precisa também de muita explicação, não é mesmo? Mesmo porque um bom café pode ser tomado durante qualquer momento, em casa, na empresa ou no cliente.

Ah, se um dia quiser bater um papo comigo, o café será por minha conta!

  Voltar para home Ver todos artigos  

Vamos marcar um encontro?

Eu tenho uma metodologia de trabalho. Você tem uma necessidade.

Vamos construir, juntos, um plano de atividades, que atenda a estratégia comercial da sua empresa.

Me escreve e vamos adiante!

Obrigado.

Cartão 18 connaction