O limite do poder limitado

O limite do poder limitado

Começo este texto com uma breve definição, de um conceito que guiará esta publicação:

“Departamentalização tem suas origens na Teoria Clássica, corrente filosófica administrativa iniciada pelo teórico francês Henri Fayol, que pregava a ênfase na Estrutura Organizacional como forma de aumentar a eficiência e aprimorar as relações entre cada segmento de uma empresa”.

Provérbios a parte, cada macaco no seu galho.

As corporações naturalmente segregam suas funções por expertise, ou seja, pelas atribuições específicas de cada grupo de colaboradores. 

Tecnologia, Infraestrutura, Financeiro, Produtos, Marketing, Comercial, Projetos, Operações, Atendimento, Recursos Humanos, etc … 

O que se espera, e não há nada de errado em se encontrar estes diferentes e variados departamentos, é que todos estejam alinhados com o mesmo objetivo, o crescimento continuo e organizado da empresa que trabalham. Cada colaborador deve ter clareza de que sua função contribuirá para isso e que, entendendo também o que os outros fazem, seja na mesma área, ou não, potencializará sinergias que se farão evidentes no dia-a-dia. 

Até aqui nenhuma novidade. 

Entretanto, seríamos ingênuos demais em achar que isso é uma realidade “lógica” nas pequenas e grandes corporações.

Sempre há aquele que não tem essa visão, esse alinhamento com os demais. Quero dizer que tem colaboradores que assumem suas funções com sendo delas, e não da empresa que trabalha. Lidam com prazos / SLAs (Service Level Agreement) extremamente rigorosos e são poucos flexíveis para ajustar seus processos. Se auto orientam a seguir à risca o que lhe foram delegados a fazer.

Não devemos, obviamente, fazer a exceção virar sempre regra. 

Devemos, na minha interpretação, ter uma sensibilidade de que estamos jogando com um time de outros tantos, e não isolados do mundo.

Quem tem essa síndrome do pequeno poder, normalmente espera de quem lhe solicita algo diferente do habitual, alguma justificativa ou evidencia com números, resultados, retorno. 

E acho super razoável, vale o exercício.

 


O meu ponto é a postura, de “travar” os fluxos da empresa pelo simples fato de não querer ajudar. 

Não ter senso de urgência e, principalmente, entender que se o pedido está sendo feito, é para o bem e crescimento da empresa, e não apenas para quem o solicita.

 


E você, que síndrome tem? 

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Vamos marcar um encontro?

Eu tenho uma metodologia de trabalho. Você tem uma necessidade.

Vamos construir, juntos, um plano de atividades, que atenda a estratégia comercial da sua empresa.

Me escreve e vamos adiante!

Obrigado.

Cartão 18 connaction