Onde a adrenalina corre presa!

Onde a adrenalina corre presa!

Quantas vezes você já comparou qualquer situação cotidiana com apenas um dia de trabalho?

Neste feriado tive a oportunidade de ir no Escape60. Para quem nunca ouviu falar www.escape60.com.br/. Para quem conhece e nunca foi, recomendo fortemente.

Trata-se de um jogo onde você tem 60 minutos para escapar, caso consiga desvendar um enigma e resolver o desafio que te passam. 

Cada sala tem um tema. Você escolhe e reserva pela Internet. Fui com a minha mulher, nossas filhas e meus sogros. 

Recebemos um desafio e logo fomos trancados num ambiente muito bem decorado. Começamos a trabalhar em família.  

Um trabalho em equipe de três gerações, em busca de um mesmo objetivo: sair daquela sala depois de encontrar o a jóia que foi roubada da rainha da Inglaterra.

Foi, de fato, uma hora de muita diversão e observação. Na medida do possível, pois a adrenalina é enorme, consegui perceber o comportamento de cada um na sala. 

Como uma criança de oito anos tentar achar a jóia de maneira afobada e, me sogro de 70 anos, conseguiu ter a frieza em desvendar os códigos de, pelo menos, uns 4 cadeados.

Na saída, perguntei a ele com quais informações tinha conseguido a façanha tão rapidamente. A resposta: eu ficava ouvindo todos vocês!
Sem mais pistas  …. 

A ideia aqui é refletir o ambiente em que vivi durante os 60 minutos ao que todos passamos diariamente no mundo corporativo. 

Muita pressão e diferentes desafios. Uns fáceis, para resolvemos sozinhos. Outros, mais complexos, pedimos ajuda aos nossos pares.

 

Nos relacionamos nas empresas com pessoas de culturas, religiões e idades diferentes. Não apenas em grande corporações. Pequenas empresas também. 

Encontram-se diferentes tipos de liderança. De humor. De gestão. Digestão!!! Não é sempre fácil digerir em algumas situações.  

Estes e outros ingredientes que estamos acostumados a cozinhar no horário comercial. Uma pitada a mais ou a menos, tudo pode mudar.  

Deixo algumas perguntas que me vieram naturalmente nestes últimos dias:

#1
O jeito que você pede algum favor para um colega de trabalho é com o mesmo humor e educação que você pediria para seus pais?

#2
Antes de enviar um e-mail para seu colega de trabalho, solicitando algo que você já lhe havia pedido, você preocupou-se em entender o porquê do atraso? 

#3
Se não recebeu um material do jeito que queria, será que a pessoa de fato era apta para tal? 

#4
Você envia e-mail para seu colega de trabalho ou vai até a mesa dele e fala pessoalmente?

#5
Você sabe separar o estresse do ambiente corporativo da sua vida cotidiana? 

 Não deixe que 60 minutos, ou o tempo que for, desgaste seus relacionamentos pessoais e profissionais. Tive esse aprendizado, num jogo nada convencional, em analisar como poderíamos nos apropriar e comparar estas experiências em nosso trabalho.

Quando minha filha tinha apenas 5 anos, ela conseguiu montar um lego lendo o manual sozinha, sem ajuda. Não tinha ninguém na sua orelha exigindo a montagem de um dia para outro. Era um momento em que ela se desafiava.
E se divertia muito.

Atire aqui a primeira peça quem nunca sonhou em trabalhar se divertindo?

Somos reféns do tempo, sim.
Mas de nossas atitudes, não.

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Vamos marcar um encontro?

Eu tenho uma metodologia de trabalho. Você tem uma necessidade.

Vamos construir, juntos, um plano de atividades, que atenda a estratégia comercial da sua empresa.

Me escreve e vamos adiante!

Obrigado.

Cartão 18 connaction